quinta-feira, 11 de outubro de 2012

#8_ Ver um jogo do Benfica na Luz


 
Lisboa,06 out – A experiência “Ver um jogo do Benfica na Luz”, item de “A Minha Lista”, listagem feita em dezembro de 2011 com o intuito de concretizar “coisas simples e não muito caras nunca experimentadas” ao longo de 2012, pela autora deste blogue, trazia entre “parenteses” e a “negrito” carregado a seguinte frase: “Não pode ser contra o VITÓRIA”.
Fique registado! Seja considerado ponto assente! Que… A curiosidade de ver o voo da águia é uma curiosidade apenas… A simpatia por ambientes grandes e sentimentos coletivos não é mais do que isso mesmo… São simpatias e curiosidades! Ponto final. Amor verdadeiro, esse, só a D. Afonso Henriques!
E foi assim… “O Benfica precisou apenas de dois minutos para esquecer 58 de desvantagem e um penálti defendido e vencer o Beira-Mar, por 2-1, em jogo da sexta jornada da I Liga de futebol, que garantiu hoje a liderança aos ‘encarnados’”, segundo a colega (AMG) que, tão maravilhosamente, comentou o encontro…
Segundo o speaker eramos 28.305 espetadores. A autora do blogue entre os benfiquistas… Para sentir, perceber, sentir e encerrar o tema: “simpatias e curiosidades”. Sem companhia – ainda que com o “Grande Chefe”, a “Minha Coisa Preferida” e um “Super Papi” em canal direto telefónico – a autora esteve, mais do que acompanhada, adotada pelos seguranças que perceberam a falta de traquejo junto às portas e torniquetes, acolhida pelos colegas de setor que se comoveram com a explicação desta “experiência”.
E regressar? À Luz… Talvez! Cumprida a ida em 2001 para ver velho e cumprida a decisão de 2012 para sentir o novo… Talvez! Mas sem sofrimento, que para sofrer basta o tal que a “negrito” e letras garrafais se escreve, o que dá pelo nome de CONQUISTA!
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Até SEMPRE Capital!

 
Boa noite solidão
Vi entrar pela janela
O teu corpo de negrura
 
Quero dar-te a minha mão
como a chama duma vela
Dá a mão à noite escura
 
Quero dar-te a minha mão
Como a chama duma vela
Dá a mão à noite escura
 
Os teus dedos, solidão
Despenteiam a saudade
Que ficou no lugar dela
 
Espalhas saudades pro chão
E contra a minha vontade Lembras-me a vida com ela
 
Espalhas saudades pro chão
E contra a minha vontade
Lembras-me a vida com ela
 
Só tu sabes, solidão
A angústia que traz a dor Quando o amor, a gente nega
 
Como quem perde a razão
Afogamos o nosso amor
No orgulho que nos cega
 
Como quem perde a razão
Afogamos o nosso amor
No orgulho que nos cega
 
Com o coração na mão
Vou pedir-te, sem fingir
Que não me fales mais dela
 
Boa noite solidão Agora quero dormir
Porque vou sonhar com ela
 
Boa noite solidão
Agora quero dormir
Porque vou sonhar com ela
 
MÚSICA:
Mariza, no Martim Moniz, 05out12
FOTOS:
Alfama, Lisboa, 06out12
DESABAFO DE CRIANÇA PEQUENA À PORTA DE CASA:
"Porque é que toda a gente anda aqui a tirar fotos?"
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#3_ Fazer travessia do Tejo de cacilheiro



Lisboa/Almada,05 out – A ideia de “fazer a travessia do Tejo de cacilheiro”, uma das experiências de “A Minha Lista”, listagem feita em dezembro de 2011 com o intuito de concretizar “coisas simples e não muito caras nunca experimentadas” ao longo de 2012, pela autora deste blogue, surgiu pois foi considerado que “fazer o Tejo em transportes turísticos não é representativo das experiências que procuram uma aproximação direta ao mundo real”.
Assim, o item número 3 de “A Minha Lista” ganhou forma no feriado de 5 de outubro. Enquanto uns comemoravam a República entre portas, refugiados de flashs, apupos e verdades, enquanto cabeçudos e cartazes com mensagens se passeavam pelo Terreiro do Paço, enquanto a bandeira ao contrário rezava, comicamente, o estado da(dos) RÉ(vida)pública(US), a autora cumpria “fazer a travessia do Tejo de cacilheiro” só, entretida, expectante…
Num fim-de-semana de experiências cumpridas – umas anunciadas e ansiadas, outras simplesmente e maravilhosamente espontâneas – juntem-se ao lote aquelas que faltavam na Capital da Luz, na Capital da Saudade, na Capital do Fado…
E subiu-se ao Cristo Rei para enfrentar a paisagem… Com força! E comeu-se indiano “o jantar mais picante das nossas vidas” e antes da Luz (#8) a curiosidade matada na Lusa, e depois da Lusa, a alma cheiinha porque os momentos simples querem-se vivendo dentro da simplicidade da rotina de um amigo que, não sendo autóctone, é de Alfama…
“Maravilhoso” – é exagero (muito) mas foi a palavra que ficou… E ainda nem se sabia que a “rainha”, a nova, estaria em Martim Moniz … “Boa noite solidão”!


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