sexta-feira, 3 de agosto de 2012

CEC 2012 // Creixomil 3


Café / Sede
"Os Piratas"
Rua dos Cutileiros / Creixomil
FAZEMOS PARTE!!
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CEC 2012 // Creixomil 2


Quiosque de Creixomil
Rua dos Cutileiros / Creixomil
FAZEMOS PARTE!!
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CEC 2012 // Creixomil 1


Padaria
RIO DE SELHO
Rua dos Cutileiros / Creixomil
FAZEMOS PARTE!!
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quarta-feira, 11 de julho de 2012

CEC 2012 // muito

E o...
“Amor pequenino da tia”
FAZ
(muito)
PARTE!!
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CEC 2012 // cont.


A Drogaria Nogueira (Rua Gil Vicente)
FAZ PARTE!!
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CEC 2012


Mercado de Guimarães também
FAZ PARTE!!
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

S!

Eu não sei bem quem tu és Sei que gosto dos teus pés
Do teu olhar atrevido

Tu baralhas-me a razão Invades-me o coração 
E eu ando um pouco perdido
Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
 
Que ter toda a fama do mundo

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
 
Que todo o dinheiro do mundo

Adivinha onde eu cheguei
Desde o tempo em que roubei a tua privacidade
Fiz de ti lírio quebrado Fera de gesto acossado, vendi a tua ansiedade


Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
  Que ter toda a fama do mundo


Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
  Que todo o dinheiro do mundo


E agora que estamos sós, vamos ser apenas nós Dar a volta ao argumento Vamos fugir em segredo Sumir por entre o enredo, soltar o cabelo ao vento

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
  Que ter toda a fama do mundo


Troco tudo por um beijo Mais vale morder um desejo
  Que todo o dinheiro do mundo


JORGE PALMA... sempre!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

JÁ HOUVE TEMPOS EM QUE EU TINHA TUDO, NÃO TENDO QUASE NADA!

A urgência da viagem… Uma vida solta… “Irás sozinho vida dentro. Os braços estendidos como se entrasse na água”. Procuram-se artesãos de palavras. “Para haver amor não pode haver obrigação”. Revoltas intemporais. É preciso viver! É preciso luz! Amor que nos possa sempre iluminar! “A poesia está na rua” Emprestar durante a vida. “Há vitórias e derrotas apontadas em silêncio” – uma causa singular… E sentir o sabor da liberdade? “Eu cá vou andando. Vou apenas andando. Nas pedras do caminho. Trago a minha direção”. “Eu sei que tu compreendes bem”. És “uma fogueira que me acende as noites em qualquer lugar”. Ouvir o vento Sentir a geada Não saber pontuar Saber sofrer é um passaporte! “Porque terras de sonho andaste? Que Mundo te recebeu?” uma alma solta através de cordas de guitarra, através de teclas de piano, através de um dedilhar que não cessa pela pele que exige calor e toque sôfrego… “numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte” O improviso é tantas vezes sinónimo de impulso. Solitário. Mas “impulso” porque “só a ELE SOU FIEL”!! Se fosse uma música, se fosse um poema, se fosse uma tela, se fosse arte, se fosse magia, se fosse perfeiro?? “Qualquer coisa impossível fez-me acreditar”. Humm! Crença ténue. Pressentimento fugaz. Saudade constante! “Abraça-me onde a solidão termina!” Suplico! Acasos? Vontades? Suplico! Conheço “o lado errado da noite”. Mas gosto “do céu mesmo quando ele não é azul”. Cara! Rasgo! Ferida! “Nódoas negras” E solta-se um grito. Pólvora! O efeito do sal das lágrimas é um mistério. Intimidade… Não? "Que posso eu tentar se não ir até ao fim?" o peso de uma missão, de uma dádiva, de ter sido, de ter sentido, de ter vivido, de oferecer SEMPRE. “Teclas como extensão de dedos… Voz como extensão da alma”. Então, porquê o silêncio? Extensão de ser e ser em conjunto tal e qual de é em “só” menor ou maior, extensão da consciência de ser “só” pela extensão do “ser em conjunto”. “Essa velha luz das estrelas de novo na terra” O sangue que nos corre nas veias. Os aplausos que nos estalam os nós. O NÓS! “Frágil” !!! Sinto-me! Esta e tantas. Esta também. A vida que anda à volta. O sangue que nos desbota a palidez da carne doente por causa da dormência do cérebro. E as borbulhas de malte são O mistério da PERFEIÇÃO! “Saboreei o que a vida me ofereceu. Tudo o que sinto é meu” PORQUE… “Eu nunca renunciei!” Essa culpa NÃO tenho! Não CARREGO! E quem sou eu para negar a força inebriante do aMOR? Saudade constante! “Quando o teto se escancara…” Apontam-me o caminho das estrelas? Porquê? Ohh! “Sempre apanhaste o tal comboio? Eu já perdi dois ou três” por conhecer o caminho das estrelas, o caminho, a calçada, a direção de aroma fugaz. UM BEIJO A 50 E TAL GRAUS! quase… PAU! E eis a preferida! “Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar” Sabes? Agora é a tal parte da “estrada para andar…”, a tal do “quanto vale um beijo”.
                  
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MEU AMOR, ESPERO QUE A LUZ DO TEU FAROL TE POSSA SEMPRE ILUMINAR!
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Através de "Jorge Palma - BD Pop-Rock português"
Exige-se um MUITO OBRIGADO CAT DA MINHA VIDA!! 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Sobre sentimentos coletivos


Gosto dos motoristas de autocarro que param fora da paragem. Gosto dos que contrariam leis, procedimentos, regras, e param para acolher mais um passageiro ofegante, às vezes já descrente. Acho que esboço sorrisos imensos. Anuncia-se a corrida de um qualquer aluno atrasado ou mãe que só agora acabou de fazer o laço nas sapatilhas do filho ou de um velho que se precipitou para o carro da frente, enganado, voltou atrás crente da autoridade de poder travar o tempo e entrar simplesmente. Anuncia-se a corrida e a expectativa começa. Às vezes o anúncio é barulhento, em turbilhão, parecem querer tomar de assalto o volante, ouvem-se gritos e mãos a estalar no vidro. Outras, como se a descrença começasse logo na expectativa, o anúncio é entre dentes, quase inaudível, pouco convicto. E a corrida ora se torna mais lenta ou embala numa espécie de sprint final e há os que param e os que precipitam a partida. Há os que entram e agradecem e os que entram e protestam e ainda os que ficam lá fora. Gosto quando os motoristas param fora da paragem. No anúncio, na corrida, no pedido convicto ou temeroso, anuncia-se um sentimento coletivo de vitória. Às sete/oito da manhã, quando os olhos têm cor de sono e quando o sol é febre que entranha sem aquecer, às vezes sente-se o sabor da vitória. Em conjunto, em uníssono, passageiros anónimos saboreiam o momento simples em que um motorista decide parar fora da paragem. E à noite, quando um motorista para fora da paragem, saboreia-se a cumplicidade de ver mais um fugitivo comum da rotina pesada e incessante a ser resgatado. Sentem-se aplausos. Não se ouvem. Tao pouco se tolerariam aplausos fosse noite ou manhã. E às sete/oito/nove ou às onze/meia-noite/uma… O primeiro… Ou o último… Sorriso. Quase sempre, sejam sete/oito/nove ou onze/meia-noite/uma/duas, três, quatro… Quase sempre: o último!
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segunda-feira, 5 de março de 2012

Porque vai custar passar à porta durante uns tempos...

"Uma associação centenária de sucesso Empenho e trabalho de António Vilaça reconhecido! Associação de Socorros Mútuos de S. Mamede de Infesta completa 122 anos numa cerimónia sentida e emocionante que serviu para homenagear um dirigente com mais de 25 anos de casa"

(escreveu-se +- assim num dos JM's de janeiro... Hoje deve escrever-se que a Cidade de S. Mamede e o Concelho de Matosinhos nunca esquecerão um associativista de alma e coração... Boa viagem GRANDE AMIGO!
obrigado! Paula Teixeira, "paulinha do jornal")

domingo, 26 de fevereiro de 2012

a palavra que diz TUDO!

Eu canto a imensa saudadeQue a cada dia me assalta
Saudade e sabor de amizade
Do teu amor que me falta

- Do medo,
à incerteza ...
De ti,
À solidão ...

É o canto da saudade
O brilho de um estrela
O canto da saudade
Que prende a gente nela

Cantando regresso à lembrança
Do saudoso amor que vivi
Lembrando desato cantando
Cantando as saudades de ti

- Do medo,
à incerteza ...
De ti,
À solidão ...

É o canto da saudade
O brilho de uma estrela
O canto da saudade
Que traz a gente presa

apenas isto...

Disarm you with a smile
And cut you like you want me to
Cut that little child
Inside of me and such a part of you
Ooh, the years burn
Ooh, the years burn

I used to be a little boy
So old in my shoes
And what I choose is my choice
What's a boy supposed to do?
The killer in me is the killer in you
My love
I send this smile over to you

Disarm you with a smile
And leave you like they left me here
To wither in denial
The bitterness of one who's left alone
Ooh, the years burn
Ooh, the years burn, burn, burn

I used to be a little boy
So old in my shoes
And what I choose is my voice
What's a boy supposed to do?
The killer in me is the killer in you
My love
I send this smile over to you

The killer in me is the killer in you
Send this smile over to you
The killer in me is the killer in you
Send this smile over to you
The killer in me is the killer in you
Send this smile over to you

PERMITIR!!!

Talk to me softly
There is something in your eyes
Don't hang your head in sorrow
And please don't cry
I know how you feel inside I've
I've been there before
Somethin is changin' inside you
And don't you know


Don't you cry tonight
I still love you baby
Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry tonight


Give me a whisper
And give me a sign
Give me a kiss before you
tell me goodbye
Don't you take it so hard now
And please don't take it so bad
I'll still be thinkin' of you
And the times we had...baby


And don't you cry tonight
Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry tonight


And please remember that I never lied
And please remember
how I felt inside now honey
You gotta make it your own way
But you'll be alright now sugar
You'll feel better tomorrow
Come the morning light now baby


And don't you cry tonight
And don't you cry tonight
And don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry
Don't you ever cry
Don't you cry tonight
Baby maybe someday
Don't you cry
Don't you ever cry
Don't you cry
Tonight

SIM!

Time, it needs time
To win back your love again
I will be there, I will be there
Love, only love
Can bring back your love someday
I will be there, I will be there

I'll fight, babe, I'll fight
To win back your love again
I will be there, I will be there
Love, only love
Can break down the wall someday
I will be there, I will be there

If we'd go again
All the way from the start
I would try to change
The things that killed our love
Your pride has built a wall, so strong
That I can't get through
Is there really no chance
To start once again
I'm loving you

Try, baby try
To trust in my love again
I will be there, I will be there
Love, our love
Just shouldn't be thrown away
I will be there, I will be there

If we'd go again
All the way from the start
I would try to change
The things that killed our love
Your pride has built a wall, so strong
That I can't get through
Is there really no chance
To start once again

If we'd go again
All the way from the start
I would try to change
The things that killed our love
Yes, I've hurt your pride, and I know
What you've been through
You should give me a chance
This can't be the end
I'm still loving you
I'm still loving you, I need your love
I'm still loving you

Gostar? AMAR!

Gosto de ver-te passar
Anseio por ver-te passar
Mas eu não vou,
Não vou...

Adoro ver-te gozar
Quero ver-te gozar
Mas eu não estou,
Não estou...

Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que nao nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...

Hoje não vamos falar
Recuso ouvir-me falar
Mas eu não sou...
Não sou...
Forte pra te contestar
E tu queres ver-me gozar,
Mas eu não estou...
Não estou...

Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que nao nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...

Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço com um ódio de amor
Que não nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...

Eu provavelmente morro com o fim da luta...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz...