“Avança com a raiva que sentes… Ao peso da cruz”
Levantam-se aos pares
Cumprimentam-se com apertos de mão fortes, abraços espalhafatosos, beijos repenicados
Lutam enquanto disputam colos e riem-se a seguir com as bocas muito abertas, o cabelo muito curto, os dentes muito raros, as roupas muito coloridas, os passos pouco seguros
Tropeçam como se dançassem ao ritmo de um autocarro desgovernado
Silenciam-se
Trocam mensagens
Comentam
Levantam-se aos pares uma e outra vez
Correm e acreditam e suspiram ofegantes
“Pi” soa como aplauso cúmplice de alívio
Todos conhecem a adrenalina
Todos conhecem o alívio
Todos reconhecem este gesto simples
Fazem perguntas sobre porque é que a noite à escura e não é o dia que tem falta de luz
Não respondem, exaustos
“Parece que pagam os pecados deste mundo…”
Levantam-se aos pares
Não se filosofa: a noite é escura porque o dia tem luz
Lugares vazios substituídos
Já se enumerou os reforços do Benfica que “vai voltar a não fazer nada” e parece que custa a sair o número de reforços do FCP que “já se sabe tem tudo no papo”
Levam-se aos pares: “Talvez não”
Acreditam e olham de esgueira: “Talvez não”
Bocejos, sorrisos, mensagens, olhares, birras, mensagens e gargalhadas, mensagens e silêncios
“Há dias em que não cabes na pele com que andas…”
“Parece que os sapatos que vês nem sequer são os teus!”
Vira-se a folha: um boletim do Euro Milhões suíço
“E ao Sul…” (diz a canção) “Subo as águas desse rio, onde a barca dos sentidos nunca partiu…” (sublinha o interprete)
Saem aos pares
Seguem os sobreviventes…
Quinta-feira, 2 de Julho/09
...
sábado, 11 de julho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Pirilampo Mágico 2009...
sábado, 6 de Junho
...
sábado, 6 de junho de 2009
Pirilampo Mágico 2009...
PS: O ‘Pirilampo Mágico, grande maluco’ agradece (o emprestimo de dedos) à ‘grande maluca que já tem muita experiência de concertos’ (‘E nem se discute mais’)
Quarta, quinta-feira, 3/4 de Junho
..
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Pirilampo Mágico 2009...
Segunda-feira, 1 de Junho
..
Pirilampo Mágico 2009...
no jantar da 'Sininho' entre batatas fritas e batatas assadas, bifes de vitela e de lombo, panados e arroz de feijão, vinho branco que denuncia a tasca escolhida e vinho tinto daquele que 'encarnece' os lábios. Antes do 'Ambrósio' e enquanto se descobria que há quem goste muito de limonada bebida às escondidas na casa-de-banho… ('É assim que começam os rumores') O Pirilampo Mágico esteve 'em grupo' e ganhou uma dona nova, a menina que sabe, com certeza, dar cor aos sonhos. Aos teus sonhos roxos! A noite foi tua e acabou por ser nossa!
Sábado, 30 de Maio
...
sábado, 30 de maio de 2009
Acordando
Perdi o sentido dos pontos cardeais
E hoje não tenho a autonomia das feições
“Não sei viver sem ter de viver”
Nesta viagem de vagabundos bem vestidos
Norte? Sul? Muito ao Sul! Sempre ao Norte!
Já não domino os pontos cardeais
Nem as mãos que tocam a luz da madrugada outra vez sedentas de uma penumbra de luar
“O que me dão já não sei gostar”
Na trepidação constante que confunde a concentração
No embalo constante dos carris do comboio
Tantas vezes cúmplice do desespero das feições contraditórias e das conclusões dúbias
“Só o Amor me faz correr”
“Só o Amor me faz ficar”
“Só o amor me faz perder”
“Só o Amor me faz querer mais”
Só o Amor me faz lutar sobre esta linha ténue que separa uma lágrima de um sorriso
Sul? Norte?
Lutar?
“Talvez nada mais”
...
E hoje não tenho a autonomia das feições
“Não sei viver sem ter de viver”
Nesta viagem de vagabundos bem vestidos
Norte? Sul? Muito ao Sul! Sempre ao Norte!
Já não domino os pontos cardeais
Nem as mãos que tocam a luz da madrugada outra vez sedentas de uma penumbra de luar
“O que me dão já não sei gostar”
Na trepidação constante que confunde a concentração
No embalo constante dos carris do comboio
Tantas vezes cúmplice do desespero das feições contraditórias e das conclusões dúbias
“Só o Amor me faz correr”
“Só o Amor me faz ficar”
“Só o amor me faz perder”
“Só o Amor me faz querer mais”
Só o Amor me faz lutar sobre esta linha ténue que separa uma lágrima de um sorriso
Sul? Norte?
Lutar?
“Talvez nada mais”
...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Pirilampo Mágico 2009...
nas festas do Senhor de Matosinhos, ao final da tarde, entre um lanche regional e uma ronda pela romaria. O Pirilampo Mágico percorreu a Avenida D. Afonso Henriques e aconselha uma passagem pela “magia” das tômbolas. A variedade é muita: tômbola da Liga de Amigos do HPH, Obra do Padre Grilo, ALADI – Associação Lavrense de Apoio ao Diminuído Intelectual, Missões de Moçambique, Lar de Sant’Ana, Lions Clube de Mastosinhos, Obras Sociais de Nossa Senhora de Fátima (Cruz de Pau), Agrupamento de Escuteiros de S. Mamede de Infesta e tômbola da paróquia do Senhor de Matosinhos. Cada bilhete é só 0,50 e sai SEMPRE prémio (a dobrar tendo em conta a causa :-)
...
segunda-feira, 25 de Maio
...
Pirilampo Mágico 2009...
a presenciar a alegria dos jogadores, equipa técnica, dirigentes e adeptos da Oliveirense, depois de garantida a permanência na Liga de Honra. O Pirilampo Mágico esteve no Largo da República, Oliveira de Azeméis e associou-se à festa do emblema oliveirense que acreditou até ao fim!
...
domingo, 24 de Maio
...
Pirilampo Mágico 2009...
na caminhada pelo coração organizada em Matosinhos com a presença de cinco mil crianças e jovens. O dinheiro recolhido ao longo do percurso, com a venda de corações anti-stress, reverteu a favor da Fundação Portuguesa de Cardiologia e da Cruz Vermelha de Matosinhos. O Pirilampo Mágico esteve com a Rosinha e ouviu os conselhos da nossa eterna campeã olímpica.
...
sexta-feira, 22 de Maio
...
sábado, 25 de abril de 2009
O pior mês que alguém pode escolher para morrer
(lembraste de me teres dito que era, às vezes, de noite que te surgiam as melhores ideias? Um momento de inspiração seguido de outro de preguiça e lá se vai a obra-prima)
Pior é escolher quando se mata
Ou ter a certeza que o fio pode rebentar a qualquer instante sem se ter tempo de escolher
(sonhaste que te berrava porque não querias ver a realidade. O mal não está no nos berros. Está em não ter sido um sonho)
Não se escolhe quando se morre ou, pelo menos, não se escolhe tantas vezes quanto é possível escolher quando se vive.
Equação simples esta: uma escolha para quantas essa única resistir.
("expliquei-te e relatei-te como luto todos os dias e até fiz a ressalva de estar doente. Resolveste não entender. Decidiste que tens razão" Sim! Sim!)
Porque é que este é o pior mês para morrer?
Porque é que as laminas fazem sangrar tanto ou mais que o chilrear dos pássaros?
(o táxi já veio. Corre que está frio. Mexe-te)
Não me ralhes tanto!
Não vês que neste mês não sei distinguir bem a morte da vida?
(não corras então. Faz a tua obra-prima sobre os alicerses desse meio termo pálido e quase moribundo)
Ironias? Logo neste que é o pior mês...
(porquê? não é este o mês das máscaras?)
00h12
---
(lembraste de me teres dito que era, às vezes, de noite que te surgiam as melhores ideias? Um momento de inspiração seguido de outro de preguiça e lá se vai a obra-prima)
Pior é escolher quando se mata
Ou ter a certeza que o fio pode rebentar a qualquer instante sem se ter tempo de escolher
(sonhaste que te berrava porque não querias ver a realidade. O mal não está no nos berros. Está em não ter sido um sonho)
Não se escolhe quando se morre ou, pelo menos, não se escolhe tantas vezes quanto é possível escolher quando se vive.
Equação simples esta: uma escolha para quantas essa única resistir.
("expliquei-te e relatei-te como luto todos os dias e até fiz a ressalva de estar doente. Resolveste não entender. Decidiste que tens razão" Sim! Sim!)
Porque é que este é o pior mês para morrer?
Porque é que as laminas fazem sangrar tanto ou mais que o chilrear dos pássaros?
(o táxi já veio. Corre que está frio. Mexe-te)
Não me ralhes tanto!
Não vês que neste mês não sei distinguir bem a morte da vida?
(não corras então. Faz a tua obra-prima sobre os alicerses desse meio termo pálido e quase moribundo)
Ironias? Logo neste que é o pior mês...
(porquê? não é este o mês das máscaras?)
00h12
---
domingo, 19 de abril de 2009
CCVF
Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Anda ver que lindo presente
A aurora trouxe para te prendar
Uma coroa de brilhantes para iluminar
O teu cabelo revolto como o mar
Acorda, menina linda
Anda brincar
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar
Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Porque terras de sonho andaste
Que Mundo te recebeu
Que monstro te meteu medo
Que anjo te protegeu
Quem foi o menino que o teu coração prendeu ?
Acorda, menina linda
Anda brincar
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar
Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
Anda a ver o gato vadio
À caça do pássaro cantor
Vem respirar o perfume
Das amendoeiras em flor
Salta da cama
Anda viver, meu amor
Acorda, menina linda
Vem oferecer
O teu sorriso ao dia
Que acabou de nascer
PALMA's
(à posteriori)
...
sexta-feira, 3 de abril de 2009
DES(re)ENCONTRO
Se ela pressentisse
O olhar que me devolve
As ânsias sem idade
Os olhares ao espelho sem piedade
A verdade foge trémula e sem serenidade
Se ele sentisse
Só por uma vez
Que paro quando fala
Que rio quando olha
E coro quando é para mim
E quero que me agarre
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
Ela vai rir-se quando lhe contar
Que um dia quis dar-lhe o mundo
Mas não a soube chamar
O seu cheiro passa solto
E leve como o ar
Ele vai ter um sonho por guardar
O tempo não tem escolha
E a alma passou longe
Adeus! Será que é Adeus?
Eu não te perco mais
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
Se ela pressentisse
O olhar que me devolve
As ânsias sem idade
Os olhares ao espelho sem piedade
A verdade foge trémula e sem serenidade
Se ele sentisse
Só por uma vez
Que paro quando fala
Que rio quando olha
E coro quando é p'ra mim
E quero que me agarre
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
REPRESAS
SE SOUBESSE COMO SE CHAMA ISTO QUE AINDA ME DEIXA RESISTIR, NÃO QUEBRAR, NÃO CAIR... TREMER. TREMER! SE CONHECESSE O SEGREDO QUE TÊM AS HORAS, AS LINHAS, OS ENGANOS, OS ATRASOS E AS PRESSAS... COMO EU QUERIA NÃO SENTIR. COMO LUTEI PARA NÃO O SENTIR SALGADO. LUTAR. LUTAR!
"devia saltar e dar-te um beijo agora, agora mesmo, aqui mesmo, à frente dela, de frente para o mundo, contra a tua vontade cravada em ti, contra mim mas a saborear o roubo, levar-te comigo, depois de me deixar ai, contra tudo, saltar agora, roubar-te, por uns segundos...ponho uma mão no teu peito bem enterrada, outra sobre um dos pulsos pregada aos poros, devolver-me, por uns segundos, dar-te um beijo... pare! agora! saltar e ser feliz, por uns segundos"
LUTAR!
...
O olhar que me devolve
As ânsias sem idade
Os olhares ao espelho sem piedade
A verdade foge trémula e sem serenidade
Se ele sentisse
Só por uma vez
Que paro quando fala
Que rio quando olha
E coro quando é para mim
E quero que me agarre
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
Ela vai rir-se quando lhe contar
Que um dia quis dar-lhe o mundo
Mas não a soube chamar
O seu cheiro passa solto
E leve como o ar
Ele vai ter um sonho por guardar
O tempo não tem escolha
E a alma passou longe
Adeus! Será que é Adeus?
Eu não te perco mais
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
Se ela pressentisse
O olhar que me devolve
As ânsias sem idade
Os olhares ao espelho sem piedade
A verdade foge trémula e sem serenidade
Se ele sentisse
Só por uma vez
Que paro quando fala
Que rio quando olha
E coro quando é p'ra mim
E quero que me agarre
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero
REPRESAS
SE SOUBESSE COMO SE CHAMA ISTO QUE AINDA ME DEIXA RESISTIR, NÃO QUEBRAR, NÃO CAIR... TREMER. TREMER! SE CONHECESSE O SEGREDO QUE TÊM AS HORAS, AS LINHAS, OS ENGANOS, OS ATRASOS E AS PRESSAS... COMO EU QUERIA NÃO SENTIR. COMO LUTEI PARA NÃO O SENTIR SALGADO. LUTAR. LUTAR!
"devia saltar e dar-te um beijo agora, agora mesmo, aqui mesmo, à frente dela, de frente para o mundo, contra a tua vontade cravada em ti, contra mim mas a saborear o roubo, levar-te comigo, depois de me deixar ai, contra tudo, saltar agora, roubar-te, por uns segundos...ponho uma mão no teu peito bem enterrada, outra sobre um dos pulsos pregada aos poros, devolver-me, por uns segundos, dar-te um beijo... pare! agora! saltar e ser feliz, por uns segundos"
LUTAR!
...
segunda-feira, 30 de março de 2009
Onde você estiver, não se esqueça de mim Com quem você estiver não se esqueça de mim Eu quero apenas estar no seu pensamento Por um momento pensar que você pensa em mim Onde você estiver, não se esqueça de mim Mesmo que exista outro amor que te faça feliz Se resta, em sua lembrança, um pouco do muito que eu te quis Onde você estiver, não se esqueça de mim Eu quero apenas estar no seu pensamento Por um momento pensar que você pensa em mim Onde você estiver, não se esqueça de mim Quando você se lembrar não se esqueça que eu Que eu não consigo apagar você da minha vida Onde você estiver não se esqueça de mim
...
...
...
...
quinta-feira, 12 de março de 2009
Vamos lá...
....
....
....
..
...
....
....
...
.....
.....
....
...
Já reparaste como a palavra "concorrência" tem pouca importância?
Queria escolher uma flor ou uma paisagem bonita
Queria escolher um momento ou um espaço que fosse nosso
Queria perpetuar este “nosso” que foi sempre tão espontâneo
Quero que este “nosso” não se perca
Quero que a espontaneidade continue “nossa” também
Escolhi flores (“uma flor para uma flor” – aquela frase feita que fica sempre bem)
Escolhi um espaço de um sítio onde fomos “nossas”
Escolhi perpetuar-nos com o bilhete que nos fez sorrir naquela “nossa” manhã igual a tantas outras que não voltam
Aquele estabelecimento estava fechado espontaneamente e espontaneamente as compras iam sendo feitas sem pressas e com confiança
Como a confiança que devemos ter quando qualquer ciclo se fecha enquanto tudo se desenvolve apesar da pressa
Ouvi dizer que é difícil criar verdadeiras amizades na idade adulta (não sei as palavras exactas da tal teoria)
Espontaneamente fizemos tudo ao contrário
Queria escolher um momento ou um espaço que fosse nosso
Queria perpetuar este “nosso” que foi sempre tão espontâneo
Quero que este “nosso” não se perca
Quero que a espontaneidade continue “nossa” também
Escolhi flores (“uma flor para uma flor” – aquela frase feita que fica sempre bem)
Escolhi um espaço de um sítio onde fomos “nossas”
Escolhi perpetuar-nos com o bilhete que nos fez sorrir naquela “nossa” manhã igual a tantas outras que não voltam
Aquele estabelecimento estava fechado espontaneamente e espontaneamente as compras iam sendo feitas sem pressas e com confiança
Como a confiança que devemos ter quando qualquer ciclo se fecha enquanto tudo se desenvolve apesar da pressa
Ouvi dizer que é difícil criar verdadeiras amizades na idade adulta (não sei as palavras exactas da tal teoria)
Espontaneamente fizemos tudo ao contrário
Não foi?
Dar tempo ao tempo?
Essa teoria já não sei explicar, mas sei que faz sentido acreditar nela como se acredita na confiança mesmo que pareça que está tudo ao contrário
Como nós!
Vamos lá…
Com confiança!!
...
Como nós!
Vamos lá…
Com confiança!!
...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
